a
Todos os direitos reservados 2022
Cardoso & Advogados Associados
.
CNPJ 24.723.912/0001-50

9:00 - 18:00

Abrimos de Segunda - Sexta.

(21) 3189-6625

Aguardamos pelo seu contato

Search
Menu

Alta do juro em março ou maio? Mercado se divide e aguarda novos dados

Cardoso Advogados Associados > Covid  > Alta do juro em março ou maio? Mercado se divide e aguarda novos dados

Alta do juro em março ou maio? Mercado se divide e aguarda novos dados

O mercado financeiro doméstico volta do feriado de Carnaval nesta quarta-feira de Cinzas a partir das 13h, com a reabertura dos negócios na B3. Mas, uma hora antes, o noticiário já começa a ser ocupado com a divulgação do Boletim Focus, com as projeções atualizadas do mercado para a economia brasileira em 2021 e 2022.

Quer saber como a economia interfere nos preços dos ativos? Leia os relatórios gratuitos da EXAME Research

Analistas e investidores estarão atentos em especial às estimativas para a inflação e para a taxa básica de juros ao fim deste ano e do próximo. Junto com a volta da negociação dos contratos de juros futuros, ambos os “eventos” vão fornecer subsídios sobre a visão e as expectativas do mercado para a taxa básica de juros, a Selic, hoje em 2% ao ano.

O mercado estava construindo um consenso sobre a elevação da taxa já na próxima reunião do Copom (o Comitê de Política Monetária) nos dias 16 e 17 de março, por causa tanto do comunicado da última reunião como da ata da mesma. Mas declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na última quinta, abriram margem para a interpretação de que o colegiado pode esperar por mais informações antes de elevar a Selic.

Além disso, na última semana houve também a divulgação do IPCA de janeiro, que revelou que a inflação ao consumidor subiu menos do que o esperado. Novas informações sobre a volta do auxílio-emergencial e da forma como o governo vai bancar essas despesas também são aguardadas por investidores e pelos integrantes do Copom.

Para o ex-diretor de Política Monetária do BC Luiz Fernando Figueiredo, o mercado superestima a alta para a Selic, segundo afirmou à Bloomberg. Figueiredo, CEO e sócio-fundador da gestora Mauá Capital, disse que o BC se tornou “data dependent”, o que significa que vai aguardar novos dados antes de definir os rumos da política monetária.