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Conselho de secretários de saúde defende que redução de intervalo da Pfizer só seja feita a partir de setembro

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Conselho de secretários de saúde defende que redução de intervalo da Pfizer só seja feita a partir de setembro


Ministério da Saúde afirmou na segunda (26) que a pasta estava avaliando reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer dos atuais 90 dias para 21 dias, conforme a bula. A mudança visa evitar a disseminação da variante delta. Frascos com vacina da Pfizer
GEA/Divulgação
O presidente do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) e secretário de saúde do estado do Maranhão, Carlos Eduardo Lula, afirmou nesta terça-feira (27) que recebeu a notícia de que o ministério da Saúde poderia reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19 com surpresa. Conselho defende que redução seja feita apenas a partir de setembro.
“A gente [o Conass] foi tomado de surpresa ontem. Esse tema tinha sido levado ao debate na câmera técnica e tinha sido decidido que não era possível fazer isso nesse momento” , afirmou Lula em depoimento a Globo News.
Segundo Lula, antes de tomar essa decisão é necessário ter certeza se haverá doses disponíveis e se realizar essa alteração já no mês de agosto é o momento ideal.
“Todos nós queremos terminar o esquema vacinal do Brasil inteiro até o final do ano, mas a gente precisa fazer isso com cautela e com cuidado”, afirma Lula.
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Na segunda (26), o ministério da saúde afirmou que a pasta estava avaliando reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer dos atuais 90 dias para 21 dias, conforme a bula. A mudança visa evitar a disseminação da variante delta.
Em entrevista, o ministro da Sáude Marcelo Queiroga disse que a pasta havia optado por um intervalo maior entre as duas doses da vacina para avançar na aplicação da primeira dose, mas como as vacinas da Pfizer estão chegando agora num volume maior, agora é possível mudar de estratégia.
Prioridade deve ser garantir a primeira dose
Lula, presidente do Conass, discorda da alteração do calendário vacinal no atual momento. Segundo ele, é possível diminuir o intervalo entre as duas doses vacinas, mas a prioridade deve ser vacinar toda a população acima de 18 anos com, pelo menos, uma dose.
“Ainda que uma dose não represente o esquema vacinal completo, ela tem capacidade para diminuir a transmissão do vírus e, consequentemente, a diminuir o número de hospitalizações e óbitos”, defende Lula.
Além disso, Lula também aponta dificuldades logísticas, caso o intervalo venha a ser reduzido. De acordo com ele, alguns estados da região Norte já contataram o Conass pedindo ajuda para realizar o transporte das doses, o que exigiria ajuda da Força Aérea Brasileira (FAB).
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