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Desigualdade no ensino cresceu com pandemia, mas tecnologia pode ajudar a reduzir diferença, diz Ana Maria Diniz

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Desigualdade no ensino cresceu com pandemia, mas tecnologia pode ajudar a reduzir diferença, diz Ana Maria Diniz

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“Vamos ter que fazer um esforço hercúleo para recuperar algo que já não era ideal e chegar de novo ao mesmo ponto onde estávamos antes da pandemia”, observou durante Live do Valor Não há dúvidas de que a desigualdade na educação está aumentando, afirmou a empresária Ana Maria Diniz, fundadora do movimento Todos Pela Educação e conselheira do Parceiros da Educação, entrevistada desta sexta-feira na Live do Valor. A educadora citou relatórios da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Unesco sobre os efeitos da suspensão das aulas presenciais em razão de quarentenas e medidas de isolamento no enfrentamento à pandemia — a que ela qualifica como “impactos gigantescos”.

“Não dá para tapar o sol com a peneira. Sem dúvida, aumentou a desigualdade [na educação] nessa pandemia”, disse ela. “Vamos ter que fazer um esforço hercúleo para recuperar algo que já não era ideal e chegar de novo ao mesmo ponto onde estávamos antes da pandemia”, acrescentou.

“Há impactos inclusive no PIB, ao longo prazo, da ausência de aulas para as crianças”, ressaltou ela, sobre os relatórios da OMS e da Unesco. Para a especialista, não há dúvida de que a educação no país sofrerá retrocessos.
A educadora observou que, além dos prejuízos ao conhecimento, crianças sofrem com a falta do convívio social. Ela avalia que são impactos igualmente importantes para o desenvolvimento do cidadão: a formação de caráter e de valores.
Ana Maria afirmou que, apesar dos esforços de alguns governos estaduais para fazer o conteúdo chegar às crianças e jovens por meios tecnológicos, muitos não têm acesso aos instrumentos necessários e o material é limitado. “Em São Paulo, por volta de 30% das crianças não têm acesso à internet, seja por falta de conexão ou do aparelho”, citou.
Ela disse ainda que a evasão escolar é uma preocupação, e que medidas paliativas vêm sendo tomadas no âmbito da Secretaria Estadual de Educação para acompanhar e mitigar esse problema, como a busca ativa dos estudantes e o envolvimento das famílias. “A evasão será enorme, mas é muito difícil prever quanto”, ressaltando que um dos desafios é que muitas famílias perderam capacidade de geração de renda.

reprodução
Mas para Ana Maria também há “notícias boas”, a despeito do cenário da pandemia. De acordo com ela, muitos professores perderam medo da tecnologia, o que era visto por alguns como ameaça. “Eles descobriram que a tecnologia é um instrumento de aprendizado para valer.”
A educadora mencionou pesquisa em quatro ondas com 3.800 professores do país ao longo da pandemia para sondar a relação deles com a nova realidade, disparada primeiramente em abril. “Na primeira onda, 92% dos professores se sentiam totalmente a pé na questão de formação para uso de tecnologia na educação. Nunca tiveram acesso, nunca foram preparados para isso, se sentiam totalmente perdidos.”

Já na terceira onda da sondagem, realizada em agosto, apenas 42% reportaram a mesma situação, e parte conseguiu avançar e superar as dificuldades com as ferramentas. “Tanto que 92% dessa população de professores que são representantes dos dois milhões de professores que temos no Brasil dizem hoje que a tecnologia é uma ferramenta que veio para somar e ficar”, disse Ana Maria.

Para a educadora, um modelo híbrido, com aulas presenciais e ferramentas online poderá contribuir no futuro próximo para reduzir consideravelmente a desigualdade na educação. “Vamos conseguir um resultado muito melhor em termos de aprendizado da criança. Acredito mesmo, como uma ferramenta para fechar o ‘gap’ dessa desigualdade.”

A entrevista, conduzida pelo editor de Cultura do Valor, Robinson Borges, pode ser assistida na íntegra pelo site e pelos canais do Valor no YouTube, no LinkedIn e no Facebook.

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