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STF envia à PGR pedido da PF para prorrogar inquérito contra Bolsonaro

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STF envia à PGR pedido da PF para prorrogar inquérito contra Bolsonaro

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Marco Aurélio Mello pediu que a PGR se manifeste sobre dar mais 30 dias para se concluir a investigação sobre a suposta interferência indevida do presidente na corporação O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a possibilidade de dar à Polícia Federal (PF) mais 30 dias para concluir a investigação sobre a suposta interferência indevida do presidente Jair Bolsonaro na autonomia da corporação.

O prazo já foi ampliado duas vezes. O novo pedido foi encaminhado ao ministro Celso de Mello diante da necessidade de conclusão de algumas diligências, como a tomada de depoimento do próprio presidente. Como ele está em licença médica, coube ao ministro mais antigo em atividade despachar, medida que tem amparo no regimento do tribunal.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifestou em 2 de julho pela possibilidade de Bolsonaro se manifestar por escrito, mas ainda não há data prevista para isso.
O inquérito contra o presidente foi aberto em 27 de abril, depois de o ex-juiz Sergio Moro deixar o Ministério da Justiça e Segurança Pública acusando Bolsonaro de querer trocar o comando da PF para poder obter informações sobre investigações em curso contra amigos e familiares.

Uma das peças-chave da investigação é o vídeo da reunião interministerial de 22 de abril, no Palácio do Planalto. O conteúdo da reunião se tornou público após decisão do ministro Celso. Na gravação, Bolsonaro reclama do fato de não receber informações de inteligência e diz que tentou “trocar gente da segurança” no Rio.

Segundo a defesa Moro, o presidente se referia à Superintendência da PF no Rio de Janeiro, Estado em que seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos), é investigado pela prática de desvios de salários conhecida como “rachadinha”. Bolsonaro, no entanto, afirma que falava sobre a sua segurança pessoal — que está a cargo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

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