No Itamaraty, sai o extremista e entra o cerimonialista
Se Jair Bolsonaro fosse um político normal, o pedido de demissão de Ernesto Araújo do Ministério das Relações Exteriores sinalizaria mudança na política externa. Considerado desastroso sob muitos aspectos, Araújo foi atacado especialmente após ficar claro que suas ações atrapalham a negociação de vacinas contra o coronavírus. Em pouco mais de dois anos no cargo, o ministro mostrou-se leal ao olavismo mais radical que se pode imaginar. A paranoia de que essa política se alimenta teve como pièce de résistance um tweet ligando a senadora Kátia Abreu (Progressistas) a interesses empresariais do Partido Comunista Chinês. Há uma diferença do Itamaraty em...
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