Neurofinanças: a ciência que busca desvendar o cérebro para ficarmos mais ricos (e felizes)
No mundo dos negócios, podemos ser consumidores, investidores, clientes — mas sempre humanos, portanto, com emoções. E há especialistas se debruçando justamente sobre questões comportamentais na área das finanças. Nossas decisões têm sempre um elemento emocional — e com as finanças não é diferente Pixabay Ganhar US$ 100 pode deixar muitas pessoas felizes, mas perder US$ 100 pode provocar uma emoção ainda mais forte do que alegria. Esse é o exemplo escolhido por Arman Eshraghi, professor de Finanças e Investimentos da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, para explicar o que ele e colegas já observaram no cérebro, por meio...
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