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1ª semana das Olimpíadas tem preocupação com Covid, debates sobre representatividade e saúde mental, calorão com vento e pop brasileiro

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1ª semana das Olimpíadas tem preocupação com Covid, debates sobre representatividade e saúde mental, calorão com vento e pop brasileiro


Veja um resumo do que virou notícia fora das disputas por medalha na primeira semana de Jogos Olímpicos em Tóquio. VÍDEO: saiba o que virou notícia na 1ª semana de Olimpíadas
Os Jogos Olímpicos de Tóquio completam nesta sexta-feira (30) uma semana desde a cerimônia de abertura. Olimpíadas costumam apresentar histórias que vão muito além do esporte, mas a edição deste ano — adiada por causa da pandemia — é ainda mais especial.
Afinal, são os Jogos Olímpicos no meio da pandemia do novo coronavírus, com o Japão e a capital Tóquio registrando seguidos recordes de novos casos de Covid-19.
Ainda há as questões relacionadas à saúde mental, que vieram à tona com a desistência da ginasta Simone Biles em participar de algumas competições; a questão da diversidade e representatividade; e problemas meteorológicos que impactaram as disputas. E também espaço para a música brasileira entrar na trilha sonora das arenas de competição.
Veja abaixo 5 temas da primeira semana de Olimpíadas de Tóquio:
1. Covid continua a preocupar
Rua de lojas em Tóquio, no Japão, nesta sexta-feira (30)
Kantaro Komiya/AP Photo
Pela primeira vez na história as Olimpíadas foram adiadas, e Tóquio está recebendo os Jogos Olímpicos um ano depois do previsto devido à pandemia.
Esperava-se que a situação estivesse mais controlada em 2021, mas a Covid-19 continua a ser um problema no Japão. Tóquio vem registrando recordes diários de novos casos ao longo desta semana.
Nesta sexta, o governo japonês decidiu estender o estado de emergência, que já está em vigor na capital desde o início do mês, para mais quatro regiões (inclusive Saitama, uma das subsedes dos Jogos Olímpicos).
Os organizadores, os atletas e outras pessoas envolvidas na Tóquio 2020 se comprometeram em seguir uma série de protocolos de isolamento, testagem e rastreamento de contatos para evitar que as Olimpíadas se tornassem um evento super espalhador do vírus para os japoneses — que nem sequer podem entrar nos locais de competições por causa do estado de emergência em Tóquio.
Pessoas caminham por cruzamento perto de estação em Tóquio, em 29 de julho de 2021. Sede das Olimpíadas, a capital japonesa registrou o 3º dia seguido de recorde de casos de Covid-19.
Kantaro Komiya/AP
No entanto, alguns casos foram registrados dentro da “bolha olímpica”: já são mais de 200 infectados com Covid-19 entre pessoas envolvidas com os Jogos (incluindo 25 atletas e técnicos).
Apenas um caso, o do americano Sam Kendricks, que competiria no salto com vara, foi o suficiente para colocar em quarentena todo o time de atletismo da Austrália porque alguns atletas australianos terem treinado com o saltador dos EUA.
2. Saúde mental importa
Simone Biles disputa final feminina de equipes da ginástica artística nos Jogos de Tóquio
Lindsey Wasson/Reuters
As discussões sobre a saúde mental dos atletas começaram mesmo antes dos Jogos, como a desistência da tenista japonesa Naomi Osaka de Roland Garros devido à depressão. Em Tóquio, Naomi foi a grande estrela da cerimônia de abertura, acendendo a pira olímpica.
E o tema voltou à tona nas Olimpíadas com Simone Biles, ginasta americana considerada a melhor de todos os tempos. A atleta deixou a final por equipes após errar um salto.
No dia seguinte, Biles oficializou a desistência da final individual geral da ginástica artística, disputa em que era ampla favorita ao ouro. O motivo: precisava cuidar da saúde mental, que não estava nada boa.
VÍDEO: Decisão de não competir indica limite do estresse para Simone Biles
A desistência levantou o debate: até onde vai o limite dos atletas de alto rendimento, acostumados com pressão e holofotes?
Naomi e Biles não foram as únicas esportistas envolvidas nas Olimpíadas de Tóquio que já desistiram ou sofreram com problemas de saúde mental.
3. Representatividade em pauta
Luciana Alvarado, ginasta da Costa Rica, ergue o punho no gesto que marcou os protestos “Black Lives Matter” ao terminar sua prova de solo das Olimpíadas neste domingo (25)
Natacha Pisarenko/AP Photo
Na edição que pretende ser a mais igualitária da história dos Jogos Olímpicos, o tema da representatividade foi visto tanto nos protestos contra o racismo e o machismo quanto nos atletas LGBTQIA+, que não esconderam suas orientações sexuais ou identidades de gênero.
Os protestos contra o racismo foram vistos logo nos primeiros dias, com atletas se ajoelhando e erguendo o punho — símbolo das manifestações do “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam). Uma ginasta da Costa Rica fez o gesto ao encerrar a participação no solo.
Regras sobre protestos em Tóquio não é transparente, dizem atletas alemãs
A ginástica, aliás, é um esporte em que se discutiu o uso das roupas diferentes dependendo do gênero. As alemãs decidiram competir com uniforme comprido nas pernas, em vez do collant tradicional adotado pelas mulheres, considerado muitas vezes menos confortável.
Foi também a edição com maior representatividade LGBTQIA+, inclusive no Brasil, com atletas falando abertamente sobe suas orientações sexuais ou identidades de gênero.
O site OutSports fez um levantamento que indica que, neste ano, são pelo menos 160 atletas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer e não binários assumidos. Os dois últimos Jogos juntos somavam 79.
Um desses atletas é o jogador de vôlei Douglas Souza, que se tornou um fenômeno nas redes sociais. Em postagens bem-humoradas, o atleta de 25 anos mostra bastidores dos Jogos em meio à pandemia.
4. Calor, umidade e vento
Equipe de remo dos EUA treina no mar de Tóquio em 18 de julho de 2021
Jae C. Hong/AP/Arquivo
Quando os organizadores dos Jogos Olímpicos marcaram o evento para o verão japonês, especialistas já alertavam para os riscos associados à estação: faz muito calor na capital nesta época do ano, e o efeito da ilha de calor potencializa a sensação térmica. A umidade altíssima não ajuda.
Isso ficou evidente quando atletas começaram a reclamar das disputas debaixo do sol quente de Tóquio. O tenista russo Daniil Medvedev desabafou ao juiz: “Eu posso morrer aqui”, afirmou durante uma das partidas de simples do torneio de tênis.
O vento forte que sopra em Tóquio — que deveria aliviar o calor — acabou se tornando também um empecilho para os atletas. Nas provas de skate, não era difícil ver os competidores pedindo para esperar antes de entrarem em ação por causa das rajadas na Baía de Tóquio.
Quem se deu bem com o vento foi surfe. Uma forte tempestade, que chegou próximo de ser considerada um tufão, chegou a preocupar as autoridades japonesas.
Mas isso acabou sendo uma boa notícia para os surfistas devido às ondas. As finais da modalidade foram antecipadas por causa do tufão, e o brasileiro Ítalo Ferreira conquistou o primeiro ouro da história do surfe olímpico.
5. ‘Baile de favela’ chega de cometa a Tóquio
Pop no vôlei, Pabllo no quarto de Douglas e funk na ginástica e nos passos de Rayssa: hits brasileiros invadem Tóquio
Montagem: Arquivo pessoal/Facebook-Reprodução
Pelas transmissões na televisão, dá para ouvir que o pop brasileiro está nas Olimpíadas. Está, por exemplo, nas arenas do vôlei, com um DJ que escolhe hits de Anitta, Barões da Pisadinha, Israel & Rodolffo e Pabllo Vittar como trilha sonora entre um ponto e outro nos jogos do Brasil.
Pabllo Vittar, aliás, emplacou o que seria o hit da delegação brasileira em Tóquio: “Zap Zum”, a preferida do ponteiro Douglas Souza, craque do vôlei masculino que virou a sensação destas Olimpíadas com suas postagens nas redes sociais.
O funk brasileiro também ganhou lugar na apresentação oficial da ginasta Rebeca Andrade. A atleta fez sua entrada no solo ao som de “Baile de favela”, o funk que mudou a vida de MC João.
‘Prata com gosto de ouro’, diz autor de ‘Baile de Favela’, música usada por Rebeca Andrade
Como ‘Baile de Favela’ foi parar nas Olimpíadas de Tóquio com Rebeca Andrade
Teve espaço também para o funk “Não nasceu pra namorar”, parceria entre MC Zaquin e MC Rick, que embalou os passos de Rayssa Leal, medalhista de prata no skate street feminino aos 13 anos.
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