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Balanço do 2º tri: todos os setores avançam e só educação fica no negativo

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Balanço do 2º tri: todos os setores avançam e só educação fica no negativo

A temporada de balanços do 2º trimestre de 2021 chega ao fim deixando um cenário de otimismo para as empresas brasileiras listadas em bolsa. Todos os setores tiveram melhora nos seus resultados em relação ao mesmo período de 2020, e apenas o de educação registrou prejuízos no 2º trimestre de 2021 – ainda que menores do que os apurados no último ano. O levantamento é da plataforma de informações financeiras Economatica.

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O balanço analisou os resultados de 308 empresas, que juntas registraram um lucro líquido de 186,3 bilhões de reais, um valor 604,9% superior ao mesmo período de 2020. O resultado é distorcido pelas gigantes Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3/PETR4), que sozinhas são responsáveis por quase metade do lucro apurado pelas empresas da bolsa. As duas lucraram 82 bilhões de reais no segundo trimestre de 2021.

Dentro dessa amostra, o setor de papel e celulose mostrou o maior caso de recuperação, registrando um lucro de 10,7 bilhões de reais contra um prejuízo de 2,4 bilhões no mesmo período do ano passado. Formado pelas empresas Suzano (SUZB3), Klabin (KLBN11), Suzano Holding (NEMO3) e Companhia Melhoramentos (MSPA3), o setor registrou um avanço de 530,5% em seu lucro líquido. 

<span class="hidden">-</span>Economatica/Divulgação

Na avaliação do BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da Exame), a principal surpresa veio de empresas com atuação doméstica. “Embora os resultados das exportadoras estejam em linha com nossas estimativas otimistas, as empresas voltadas para o mercado nacional surpreenderam com receitas, Ebitda e lucro melhores do que o esperado”, destacam os analistas, em nota.

As empresas com viés doméstico registraram um saldo de 166% no lucro líquido segundo o BTG. O principal destaque ficou com o setor bancário, o mais lucrativo da bolsa, que apresentou um lucro líquido conjunto de 26 bilhões de reais no segundo trimestre de 2021 – crescimento de 89,3% em relação ao ano anterior.

Vale lembrar que no segundo trimestre de 2020 o Brasil viveu o pior período da pandemia,  com restrições de mobilidade em todo o país. “Levando em consideração todos os impactos do ano passado (com a maioria dos empregos perdidos ainda por preencher), o desempenho é ainda mais impressionante”, afirma a análise.

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