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Ibovespa sobe puxado por setor de commodities; Vale avança mais de 3%

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Ibovespa sobe puxado por setor de commodities; Vale avança mais de 3%

O Ibovespa sobe nesta terça-feira, 24, impulsionado por ações de empresas ligadas a commodities, em meio aos movimentos de alta no exterior. Às 10h30, o principal índice da B3 subia 1,26% para 118.964 pontos

A maior contribuição para o Ibovespa vem das ações da Vale (VALE3). Com a maior participação no índice, os papéis da mineradora têm valorização de pouco mais de 3% nos primeiros negócios do dia. A alta ocorre após o minério de ferro subir 6% na bolsa de Dalian, na China, com menores preocupações sobre o novo surto de covid-19 no país. A apreciação do metal também favorece ações de siderúrgicas. Usiminas (USIM5), CSN (CSNA3) e Gerdau (GOAU4) disparam mais de 4%.

Segundo empresa com maior peso no Ibovespa, a Petrobras (PETR3/PETR4) sobe cerca de 1%, acompanhando o segundo dia de alta do petróleo no mercado internacional. PetroRio (PRIO3) sobe 0,9%.

Com a expectativa de maior vacinação nos Estados Unidos, após a agência reguladora FDA aprovar por completo a vacina da Pfizer, investidores também aumentam posição em ações de empresas ligadas ao turismo, estendendo altas pelo segundo pregão seguido. CVC (CVCB3) e Azul (AZUL4) sobem mais de 3%, enquanto a valorização da GOL (GOLL4) já beira os 5%. A fabricante de aeronaves Embraer (EMBR3), com uma das melhores performances da bolsa no ano, sobe 4,2%.

Nos Estados Unidos, a aprovação concedida pela FDA segue motivando novas altas, com os principais índices do país a caminho de novos recordes. Na última sessão, o S&P 500 e o Nasdaq bateram máximas históricas, sem que o Ibovespa acompanhasse o movimento, pressionado por riscos políticos e fiscais.

As preocupações internas seguem no radar, em especial o andamento da PEC dos Precatórios e as tensões entre Planalto e Supremo Tribunal Federal. Mas investidores dão um dia de trégua, após o Ibovespa ter batido 4,5% de queda em 11 pregões, sem acompanhar o momento positivo no exterior. Com o maior apetite por risco, o dólar é negociado em queda de 0,91%, a 5,333 reais. Após ficar atrás de outras moedas emergentes na véspera, o real se destaca com um dos melhores desempenhos do dia.

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