a
Todos os direitos reservados 2023
Cardoso Advogados Associados
.
CNPJ 24.723.912/0001-50

9:00 - 18:00

Abrimos de Segunda - Sexta.

(21) 3189-6625

Aguardamos pelo seu contato

Search
Menu

Professores da UFV desenvolvem método analítico para monitorar qualidade do álcool em gel

Cardoso Advogados Associados > Covid  > Professores da UFV desenvolvem método analítico para monitorar qualidade do álcool em gel

Professores da UFV desenvolvem método analítico para monitorar qualidade do álcool em gel


Durante uma análise de amostras de antissépticos, eles identificaram diversas com teor de etanol inferior aos 70% recomendados pela Anvisa. Produção de álcool em gel
UFTM/Divulgação
Por causa da pandemia do novo coronavírus, o álcool em gel tem sido bastante utilizado pela população. Para verificar a situação destes produtos, professores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) desenvolveram um método analítico para monitorar a qualidade do material.
Durante uma análise de 41 amostras de antissépticos, os docentes identificaram que 19 apresentaram teor de etanol inferior aos 70% recomendados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e sete, 62% – o valor é o mínimo necessário para se conseguir eficácia na neutralização da doença.
Método
De acordo com a UFV, o método foi desenvolvido baseado na Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIRS) – uma tecnologia amplamente utilizada para análises quantitativas e qualitativas de sólidos, líquidos e gases.
O estudo foi descrito em um artigo recentemente publicado no Microchemical Journal. Na ocasião, os pesquisadores descreveram o método a partir do uso de um espectrofotômetro. Conforme o grupo, “a pesquisa se mostrou eficiente nas análises diretas das amostras, permitindo um controle rápido – de um minuto – da qualidade dos antissépticos”.
Conforme a instituição, o espectrofotômetro utilizado pela equipe foi previamente avaliado quanto ao desempenho em longo prazo com bons resultados, considerando a relação custo/benefício.
O método completo está descrito em detalhes no artigo e pode ser utilizado, sem restrições, por qualquer empresa ou órgão de fiscalização, segundo os pesquisadores.
A pesquisa é assinada pelos professores do Departamento de Química da UFV, Maria do Carmo Hespanhol e Alexandre Fontes Pereira; o professor do Departamento de Solos, Celio Paquini, coordenador do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas (INCTAA), da Unicamp; e o doutorando do Programa de Pós-Graduação em Agroquímica da UFV, Kaíque Augusto Moreira Lourenço Cruz.
O estudo também teve o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e também das empresas Clorofitum Amaral Marques Indústria de Comércio LTDA e Indústria de Cosméticos Haskell Ltda, que forneceram a maioria dos reagentes empregados verificados.
Initial plugin text

No Comments

Sorry, the comment form is closed at this time.