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Sintomas da 'Covid longa' são raros em crianças e adolescentes, aponta estudo britânico

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Sintomas da 'Covid longa' são raros em crianças e adolescentes, aponta estudo britânico


Pesquisadores analisaram dados de 1.734 crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que testaram positivo para Covid-19. Os resultados foram publicados na revista The Lancet. Foto mostra criança lavando as mãos em escola primária de Berlim, no primeiro dia de retorno em meio ao relaxamento das restrições contra a Covid-19, no dia 22 de fevereiro.
Annegret Hilse/Reuters
A longa duração da Covid-19 após a infecção parece menos comum em crianças e adolescentes do que em adultos. É o que diz um estudo feito no Reino Unido e publicado na revista The Lancet Child & Adolescente Health nesta terça-feira (3).
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O estudo analisou dados de 1.734 crianças e adolescentes, de cinco a 17 anos, que testaram positivo para Covid-19.
Segundo os pesquisadores, na maioria dos casos, crianças e adolescentes que desenvolvem sintomas de Covid-19 melhoraram após seis dias. Apenas 4,4% tiveram sintomas além de quatro semanas, com pelo menos dois sintomas persistentes (fadiga, dor de cabeça ou perda de olfato). Menos de 2% tiveram sintomas por mais de oito semanas.
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Veja o resumo do estudo:
Pesquisadores analisaram dados de 1.734 voluntários, de cinco a 17 anos, que testaram positivo para Covid-19 perto do início dos sintomas
Os dados foram coletados entre 1º de setembro de 2020 e 22 de fevereiro de 2021.
A maioria se recuperou em uma semana e apresentou poucos sintomas
4,4% apresentaram sintomas além de quatro semanas
Menos de 2% tiveram sintomas por mais de oito semanas
Apesar dos dados positivos, os autores destacaram que todas as crianças com sintomas persistentes precisaram de cuidados multidisciplinares.
“É reconfortante que o número de crianças que tiveram sintomas duradouros seja baixo. No entanto, um pequeno número de crianças sofre com a Covid longa e nosso estudo valida as experiências dessas crianças e de suas famílias”, disse a autora do estudo, Emma Duncan, do King’s College London.
Para mapear as crianças, os pesquisadores usaram dados coletados através de um aplicativo. Os sintomas foram relatados por pais ou cuidadores. Os sintomas foram relatados regularmente até que os pacientes estivessem saudáveis.

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