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Bolsonaro afirma que “o ideal” é o dólar baixar e baratear combustíveis

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Bolsonaro afirma que “o ideal” é o dólar baixar e baratear combustíveis

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que a queda do dólar levaria a uma menor pressão sobre os preços dos combustíveis, que têm seus valores atrelados ao câmbio e aos preços no exterior.
Ao discursar durante o lançamento da plataforma Participa + Brasil, em cerimônia no Palácio do Planalto, ele disse que vem dizendo ao presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que “o ideal” seria uma valorização do real, viabilizada, segundo ele, pelo avanço de reformas econômicas no Congresso.
“O ideal, como tenho conversado com o prezado Roberto Campos Neto, é o dólar baixar. Mas baixa como? Com o Parlamento, em grande parte, colaborando na votação de projetos que possam mostrar que temos responsabilidade”, afirmou. “Com essa responsabilidade, o dólar baixa quase automaticamente.”
O presidente voltou a negar a possibilidade de o governo tabelar ou intervir de qualquer forma nos preços dos combustíveis.
Jair Bolsonaro
Marcelo Camargo/Agência Brasil
“Hoje, estivemos com a equipe do [ministro da Economia] Paulo Guedes para discutir o impacto desse reajuste do combustível”, disse Bolsonaro. “Mas não temos como interferir.”
Ele relatou que convidou o ex-presidente e atual senador Fernando Collor (Pros-AL) a participar da reunião sobre combustíveis. Collor havia comparecido ao Planalto durante a manhã para participar de reunião sobre outro tema. Segundo Bolsonaro, algumas sugestões dadas por ele foram acolhidas.
Em seu discurso, Bolsonaro também destacou o crescimento da dívida pública. “Sabemos que estamos no limite do endividamento”, disse, afirmando que o governo se preocupa com a situação, dando atenção ao mercado, a investidores e ao cumprimento de contratos.
O presidente ainda afirmou que vem discutindo com Guedes e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, “um auxílio para o nosso povo”, em referência ao auxílio emergencial, encerrado em janeiro.
Por fim, ele fez acenos ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmando que recebeu notícias que o parlamentar deu início a uma pauta para “destravar o Brasil”.

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